Planos de Saúde

Deseja ver sua empresa mais competitiva? Ofereça Plano de Saúde a todo o seu pessoal!

O Plano de Saúde é o benefício empresarial mais desejado pelos funcionários, comprova a pesquisa da Catho sobre profissionais brasileiros. Segundo as respostas, 74,6% das pessoas consideram o convênio médico o benefício mais importante:

 

Benefício mais importante - Plano de Saúde

 

Dedicamos grande parte do nosso dia e e nossa vida ao trabalho, construindo, gerando resultados e aplicando a experiência adquirida. Para beneficiar seus profissionais, as melhores empresas oferecem o Plano de Saúde Empresarial, uma forma de demonstrar cuidado, atrair e reter talentos.

Ao oferecer plano de assistência médica aos seus colaboradores, sua empresa permite que possam cuidar da saúde individual e, consequentemente, obter melhor desempenho profissional. Todas as pessoas estão sujeitas a acidentes, enfermidades ou doenças, e com Plano de Saúde pode-se obter tratamento, evitar complicações e reduzir absenteísmo na corporação.

O Plano de Saúde Empresarial dá tranquilidade aos seus funcionários. Mesmo quem pouco utiliza sabe que terá assistência em caso de necessidade médica.

Essa segurança se traduz em bem-estar para as pessoas e foco nas atividades laborais.

Vantagens e benefícios para os funcionários

acesso para cuidados com a saúde;
aumento do bem-estar;
aumento de resistência à fadiga;
aumento de resistência a doenças;
redução de riscos de acidentes de trabalho.

Vantagens e benefícios para as empresas

aumento de produtividade;
maior integração entre trabalhador e empresa;
redução do absenteísmo (atrasos e faltas);
redução da rotatividade;
isenção de encargos sociais sobre benefícios.

 

Conheça mais detalhes dos planos médicos:

Mercado de Saúde Privada (Suplementar)

Preço e Pagamento Plano de Saúde Empresarial

Reajuste Plano de Saúde Empresarial

Reembolso de Seguro de Saúde

Rede Credenciada ou Rede Própria

Qualidade dos Planos de Saúde

Gestão de Saúde

 

Mercado de Saúde Privada (Suplementar)

 

Planos de Saúde

 

A Constituição Federal Brasileira de 1988 em seu artigo número 196 define que “a saúde é direito de todos e dever do Estado”, ou seja, universal aos brasileiros. Para isso foi criado o Sistema Único de Saúde – SUS, modelo público destinado a oferecer assistência médica gratuita aos brasileiros.

No entanto, o atendimento em estabelecimentos públicos tem demonstrado nos últimos anos qualidade e eficiência questionáveis. Observam-se com facilidade centros médicos e hospitais lotados, longas filas de espera e falta de material básico.

Para obter destaque, muitas corporações utilizam serviços do setor privado (também conhecidos como Saúde Suplementar), através de contratos de Planos de Saúde oferecidos e administrados por Operadoras de Saúde.

Este mercado atende cerca de 47,4 milhões de pessoas,
o que representa 22,8% da população brasileira.

Com estabelecimentos e profissionais reconhecidos do mercado, o sistema privado atrai quem busca atendimento de qualidade. Há diferentes opções de produtos e perfis, desde atendimento básico até serviços sofisticados.

 

Preço e Pagamento do Plano de Saúde Empresarial

Preço e Pagamento do Plano de Saúde Empresarial

 

Existem dois modelos de financiamento de Planos de Saúde:

1 – Pré-pagamento:

No Plano de Saúde com pré-pagamento os preços são pré-definidos pela operadora, que assim oferece previsibilidade mensal à empresa contratante, pois permite provisionar o custo exato do benefício (mensalidade) e delega parte da gestão da saúde para a operadora.

É o modelo mais adotado no Brasil e de prática adoção.

Os preços são definidos conforme perfil da empresa e beneficiários. Características como sexo e idade influenciam diretamente o custo do convênio médico.

A cobrança pode ser realizada de duas formas:

  1. Tabela de Preços: segmentação por 10 faixas etárias das pessoas;
  2. Preço linear: único para todos beneficiários, independente da idade.

Consulte nossos especialistas em benefícios para verificar os melhores Planos de Saúde para necessidade da sua empresa.

2 – Pós-Pagamento ou Autogestão

Existe ainda modelo de pós-pagamento (autogestão) onde os custos oscilam mensalmente conforme utilização e despesas administrativas. No Brasil a autogestão é adotada apenas por grandes empresas que administram diretamente a saúde e riscos do seu próprio grupo.

O Convênio Médico utiliza o conceito do mutualismo, que agrupa pessoas ou empresas com o mesmo perfil e todos do grupo pagam um valor para suprir a necessidade de quem precisar. Este modelo dilui o custo total e o torna acessível para todos.

É importante ter o auxílio de um especialista para avaliar e escolher melhor.

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Reajuste Plano de Saúde Empresarial

Reajuste Plano de Saúde Empresarial

 

Tema de muita ansiedade pelo responsável financeiro da empresa, o reajuste é um evento previsto nos contratos de convênio saúde, que passam por revisões periódicas de preços assim como demais produtos e serviços.

Os Planos de Saúde Empresariais enquadram-se pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS na modalidade de Plano Coletivo, e têm livre aplicação de reajuste dentro do que for estabelecido em contrato e condições legais, a partir de 12º mês de vigência.

Estes reajustes são divididos em duas classificações:

  • Planos Empresariais até 29 vidas: reajuste único para agrupamento de contratos da mesma operadora, ou seja, todos os contratos empresariais com até 29 vidas recebem a mesma correção (RN 309/12);
  • Planos Empresariais a partir de 30 vidas: reajuste negociado entre a operadora e a pessoa jurídica de acordo com as regras estabelecidas em contrato.

Os reajustes dos planos empresariais ocorrem por até três situações:

  1. Reajuste financeiro: atualização anual devido inflação;
  2. Faixa etária: alteração por mudança na idade dos beneficiários, apenas em contratos que adotam preços por tabela;
  3. Técnico por Sinistralidade: reajuste anual quando o plano é utilizado mais do que o previsto inicialmente.

A aplicação de cada reajuste acima depende do tipo de contrato e condições.

Confira a seguir detalhes sobre cada um deles.

1 – Reajuste Financeiro

O setor de saúde demonstra tamanha relevância no mercado (representa 9,1% do PIB segundo o IBGE) que tem um indicador próprio de inflação: Variação de Custo Médico-Hospitalar – VCMH, calculado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar – IESS.

Além deste índice, também são utilizados como parâmetros contratuais IPCA/IBGE, IGP/FGV, além do próprio reajuste para pessoas físicas da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS.

Indicadores de inflação para reajustes de Planos de Saúde:

 

INFLAÇÃO VCMH/IESS PF/ANS IPCA/IBGE IGP/FGV Selic*
2019 7,35%
2018 17,26% 10,00% 3,75% 7,54% 6,58%
2017 16,50% 13,55% 2,94% -0,52% 10,11%
2016 20,40% 13,57% 6,28% 7,15% 14,18%
2015 19,30% 13,55% 10,67% 10,67% 13,47%
2014 15,80% 9,65% 6,40% 3,78% 10,96%
2013 16,00% 9,04% 5,91% 5,52% 8,29%
2012 15,40% 7,93% 5,83% 8,11% 8,62%
2011 12,90% 7,69% 6,50% 5,01% 11,76%
2010 7,60% 6,73% 5,90% 11,30% 9,90%
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*Taxa Selic anualizada para efeitos comparativos.

Conforme demonstra o quadro acima, o VCMH tem ficado anualmente acima de outros índices, o que pode ser explicado em parte pela:

  • Incorporação de novas tecnologias;
  • Aumento na quantidade de internações;
  • Crescimento do Rol de Procedimentos obrigatórios pela ANS;
  • Envelhecimento da população que traz aumento de gastos neste setor específico.

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2 – Reajuste por Faixa Etária

A demanda para cuidados médicos cresce com aumento da idade, já que o corpo sofre alterações ao longo do tempo. Com o prolongamento da expectativa de vida e a redução da natalidade é previsível o envelhecimento populacional.

Pensando nisso, foi criado modelo de reajuste de preços das mensalidades por faixa etária dos beneficiários; conforme Resolução Normativa – RN 63/03 os contratos celebrados a partir de janeiro de 2004 seguem 10 faixas:

  • 0 a 18 anos;
  • 19 a 23 anos;
  • 24 a 28 anos;
  • 29 a 33 anos;
  • 34 a 38 anos;
  • 39 a 43 anos;
  • 44 a 48 anos;
  • 49 a 53 anos;
  • 54 a 58 anos;
  • 59 anos ou mais.

Cada faixa possui preço específico e valor crescente – quando o beneficiário completa aniversário e passa para nova faixa o custo de mensalidade é acompanhado.

Para evitar distorções a norma determina que: (1) o preço da décima faixa não pode ser superior a seis vezes o valor da primeira faixa; (2) a variação acumulada entre a sétima e a décima faixas não pode ser superior à variação acumulada entre a primeira e a sétima faixas.

Este reajuste não se aplica quando o contrato de Plano de Saúde adota preço linear (único).

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3 – Reajuste Técnico por Sinistralidade no Plano de Saúde Empresarial

Aplicado em Planos Coletivos Empresariais com 30 vidas ou mais, o reajuste por sinistralidade avalia a frequência de utilização do plano. É também conhecido como limite técnico ou break even.

Os contratos estabelecem um percentual para as despesas médicas, geralmente entre 60% a 80% referente ao valor da mensalidade e, caso ultrapasse este percentual previsto, na renovação negocia-se um reajuste pela diferença de utilização.

A mensalidade do Plano de Saúde é composta para que integre todas as despesas assistenciais (consultas, exames, internações, etc) e administrativas (operacionais, impostos, lucro da operadora).

Veja um exemplo de contrato de Plano de Saúde com sinistralidade prevista de 70%:

 

Mensalidade Plano de Saúde

 

Considerando Plano de Saúde com mensalidade de R$ 200, se prevê:

  • Despesas médicas (assistenciais): R$ 140;
  • Despesas administrativas: R$ 60.

Quando o convênio médico é mais utilizado do que o previsto e as despesas assistenciais ultrapassam o valor definido em mensalidade, ocorre o desequilíbrio financeiro. O valor da mensalidade não é suficiente para quitar todas as despesas, sendo necessário calcular o reajuste suficiente para cobrir o total de utilizações.

O reajuste por sinistralidade não é aplicado em contrato empresarial com até 29 vidas. Empresas deste porte são agrupadas na operadora, onde é realizada avaliação coletiva e aplicado reajuste anual único no mês de aniversário do contrato (RN 309/12).

Esta regra regulamentada pela ANS busca proteger empresas de pequeno porte (PME/MEI) e evitar distorções pontuais.

Como exemplo, uma empresa com apenas 5 beneficiários contendo uma gestante teria um desequilíbrio natural e inevitável na utilização devido despesas necessárias de consultas, exames e parto durante o período gestacional.

É importante ter o auxílio de um especialista para avaliar e escolher melhor.

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Reembolso de Seguro de Saúde

O reembolso no Seguro de Saúde permite o ressarcimento de valores pagos para prestadores de serviços médicos. Desta forma oferece liberdade para o beneficiário escolher o médico, laboratório ou hospital de sua preferência que esteja fora rede da operadora.

O reembolso é uma das características mais desejadas pelo usuário de Seguro de Saúde e incentivadas pelos médicos, que assim ampliam sua possibilidade de atendimento. É também uma característica desestimulada pelas operadoras, que buscam concentrar atendimento na rede própria ou referenciada onde já existe relação comercial.

Os valores de reembolso variam conforme seguradora e plano. Cada seguradora pratica política própria para oferecer em seus produtos, normalmente um valor fixo tabelado. Como exemplo, o valor médio de reembolso para consultas médicas em planos convencionais está entre R$ 60,00 e R$ 210,00. Em Plano de Saúde Premium pode chegar a R$ 780,00. Quanto maior o reembolso, mais cara a mensalidade.

O valor médio de reembolso para consultas médicas em
planos convencionais está entre R$ 60,00 e R$ 210,00.

O Seguro de Saúde sem reembolso segue as mesmas regras de cobertura e qualidade exigidas pela ANS e também pode satisfazer os usuários e atender a necessidade da sua empresa. Avalie com critério este recurso.

É importante ter o auxílio de um especialista para avaliar e escolher melhor.

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Rede Credenciada ou Rede Própria do Plano de Saúde Empresarial

 

Rede Credenciada ou Rede Própria do Plano de Saúde Empresarial

 

Na divulgação pelo melhor convênio de saúde, há operadoras de saúde que destacam sua Rede Própria e outras ressaltam a Rede Credenciada. Existem ainda opções híbridas, que oferecem no mesmo Plano de Saúde os dois modelos.

A dúvida é inevitável: é melhor o plano de saúde com Rede Própria ou com Rede Credenciada?

Os dois modelos de atendimento são completos e contam com a garantia de cobertura integral pelo Rol de Procedimentos da ANS.

  • Rede Própria: busca na essência prestar assistência direta e oferecer seus próprios pontos de atendimento, como centros clínicos, médicos, laboratórios e até hospitais. Também conhecida como rede verticalizada.
  • Rede Credenciada: trabalha com prestadores de serviços, estabelecimentos terceiros para oferecer assistência médica.

Seguem as principais características nestes dois modelos:

Características Plano com Rede Própria Plano com Rede Credenciada
Preço Plano Mais barato Mais caro
Pontos de atendimento Menor Maior
Aumento da Rede Complexa, difícil Flexível, possível
Custos Concentrados, fixos Distribuídos e por serviço
Reembolso Não oferece Oferece
Médicos e Estabelecimentos Próprios Prestadores de serviço
Controles Possivelmente melhor: sistema integrado, custos, possível acompanhamento operacional (filas, atendimentos), prontuário eletrônico do paciente (PEP), acesso ao histórico do paciente para melhor gerenciamento. Descentralizado: acompanhamento de prestadores de serviços, possível desentendimento de cobranças (glosas médicas), estrutura médica enxuta.
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Os Planos de Saúde com maior cobertura ou médicos e hospitais renomados são mais onerosos. Há operadoras híbridas que possibilitam equilíbrio entre os dois modelos.

A melhor escolha será avaliar a real necessidade e orçamento da sua empresa.

É importante ter o auxílio de um especialista para avaliar e escolher melhor.

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Qualidade dos Planos de Saúde

 

Qualidade dos Planos de Saúde

 

A qualidade é um item importante a ser avaliado quando procuramos um Plano de Saúde. Afinal ninguém espera enfrentar dificuldades quando precisar de assistência médica ou diante de alguma emergência.

Existem três indicadores que ajudam na avaliação das operadoras e convênios de saúde:

  • IDSS – Índice de Desempenho: qualificação da operadora, medição entre 0,00 a 1,00;
  • Reclamação dos Usuários – IGR: volume de reclamações por operadora, índice de reclamações a cada 10.000 beneficiários;
  • Programa de Monitoramento: qualidade assistencial da operadora dividida em quatro faixas de classificação (0 a 3).

Confira abaixo todos estes indicadores em detalhes.

1 – Qualificação das Operadoras – IDSS

Para avaliar a qualidade das Operadoras de Saúde a ANS realiza anualmente uma avaliação técnica chamada Programa de Qualificação das Operadoras (PQO), uma iniciativa que busca identificar e estimular a qualificação das operadoras de saúde.

Os resultados são expressos pelo Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS), que permite comparar e classificar as operadoras pelos dados fornecidos à agência. O IDSS final varia de 0,00 (pior qualidade) a 1,00 (melhor qualidade) considerando quadro avaliações:

  • Qualidade à Saúde (IDQS): avaliação no atendimento aos beneficiários às necessidades de saúde;
  • Garantia de Acesso (IDGA): condições relacionadas à rede assistencial;
  • Sustentabilidade no Mercado (IDSM): equilíbrio econômico-financeiro da operadora;
  • Gestão de Processos e Regulação (IDGR): cumprimento das obrigações técnicas e cadastrais junto à ANS.

Qualificação das Operadoras IDSS ANS

Este indicador ajuda na melhor escolha da operadora para sua empresa. Como é uma avaliação técnica, desconsidera aspectos subjetivos ou mercadológicos e demonstra comportamento do mercado. Por exemplo, caso exista uma operadora com índice de 0,4 ela estará muito distante do padrão máximo de qualidade esperado no mercado.

Consulte o relatório completo IDSS ANS sobre as operadoras de saúde.

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2 – Qualificação por Reclamação dos Usuários – IGR

 

Qualificação por Reclamação dos Usuários IGR ANS

 

Quando buscamos um Plano de Saúde Empresarial, desejamos atender as necessidades dos colaboradores (sócios e funcionários) e seus dependentes, afinal, a satisfação dos usuários é o principal objetivo do convênio médico.

Como fonte de informação e qualificação, a ANS publica mensalmente o Índice Geral de Reclamações – IGR, que indica a quantidade de reclamações registradas na agência com finalidade de expor as dificuldades dos próprios usuários de Planos de Saúde.

Conforme a própria ANS se posiciona, este é um excelente “termômetro do comportamento das operadoras do setor no atendimento aos problemas apontados pelos beneficiários”.

As reclamações do IGR são tratadas pela Agência e os resultados geram outros dois índices de monitoramento: (1) quando solucionadas são incluídas ao Percentual de Finalização Assistencial (PFA); e (2) quando não solucionadas formam o Índice de Abertura de Processo Administrativo (IAP) para tratativas.

A abertura de reclamação na ANS exige protocolo de solicitação inicial na Operadora de Saúde. Assim presume-se que o beneficiário insatisfeito tentou solução pelos canais de atendimento da Operadora (central, posto presencial, ouvidoria) e utilizou a ANS como alternativa devido ao insucesso de resolução.

O IGR considera o número médio de reclamações dos três meses anteriores para cada 10.000 beneficiários. Sugestivo classificar o índice conforme porte das operadoras para ponderar índice.

Para ajudar você nesta avaliação, considere como referência o índice “1” sendo baixo e a partir de “5” alto.

Clique aqui para consultar o IGR.

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3 – Qualificação pelo Programa de Monitoramento ANS

Qualificação pelo Programa de Monitoramento ANS

Com a função de regular o mercado de convênio médico, a ANS realiza trimestralmente o Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, um acompanhamento sobre as reclamações de atendimentos aos usuários dos Planos de Saúde (prazos e coberturas).

As Operadoras são classificadas em quatro Faixas (0 a 3) no qual indicam sua qualidade assistencial, onde “0” indica maior qualidade e “3” pior qualidade, conforme quadro abaixo:

Faixas Qualificação pelo Programa de Monitoramento ANS

Os planos médicos com piores resultados no Programa de Monitoramento têm a comercialização suspensa até o próximo ciclo trimestral. Desta forma se espera que a Operadora de Saúde adote medidas para melhoria de assistência aos beneficiários atuais, que permanecem com Plano de Saúde ativo e todas as garantias.

Esta é uma medida severa da agência para operadora, pois a impossibilidade de vender para novos clientes a impede de crescer e gerar receita. Igualmente, traz a oportunidade para identificar e corrigir falhas.

Os convênios médicos suspensos são divulgados pela ANS neste endereço.

A suspensão de comercialização também antecede processos mais rigorosos como de regime especial de direção fiscal ou direção técnica, quando a ANS identifica anormalidades e realiza fiscalização in loco. Estas medidas são tomadas para evitar interdição na operadora e até mesmo insolvência (falência), que deixaria pessoas e empresas sem cobertura assistencial.

Esperamos ter ajudado para sua melhor avaliação.

Consulte nossos especialistas em benefícios para lhe auxiliar com Plano de Saúde.

 

Gestão de Saúde

 

Gestão de Saúde

 

É saudável para sua empresa acompanhar e gerenciar o Plano de Saúde para o melhor proveito. Avaliar uso, procedimentos e frequências pode indicar necessidades e prever adversidades.

Realizar a Gestão de Saúde permitirá obter e avaliar os dados e qualificar informações para promover ações adequadas. Este monitoramento acompanha critérios e itens:

  • Usuário: em posse da carteirinha tem acesso irrestrito aos serviços de saúde da operadora, podendo a facilidade de forma inadequada;
  • Operadora: erros processuais podem ocorrer junto a prestadores de serviços e repassados para empresa contratante;
  • Concentração: a maior utilização (sinistro) é realizada por 20% dos usuários;
  • Controle de Riscos: identificar as principais necessidades e casos crônicos como diabéticos e hipertensos permite orientar e oferecer tratamentos adequados e assim melhorar o desempenho profissional e reduzir o absenteísmo;
  • Prevenção: agir preventivamente inibe ou ameniza problemas mais severos. A Promoção de Saúde torna-se uma aliada para ambiente mais saudável.

Consulte nossos especialistas em benefícios para verificar os melhores Planos de Saúde para necessidade da sua empresa.

Ferramentas

Há diversas formas para realizar a Gestão de Saúde da empresa, que dependem do porte da corporação, perfil demográfico dos colaboradores (idade, sexo), distribuição geográfica, políticas internas, interesses empresariais, entre outros critérios.

Algumas ferramentas que destacamos:

  • Gestão de Risco: análise e avaliação de sinistros;
  • Comitê de Saúde: análise técnica periódica;
  • Gestão de Crônicos e Gestantes: identificação e acompanhamento;
  • Comunicação: orientação estruturada e adequada ao público;
  • Promoção à Saúde: incentivo a práticas saudáveis e preventivas.

A Gestão de Saúde demanda cuidados e proporciona estabilidade para a empresa como resultado direto.

É importante ter o auxílio de um especialista para avaliar e escolher melhor.

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Fontes: ANS/IESS/IBGE/FGV/CATHO.

 

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